Museologia em movimento:
lutas e resistências

APRESENTAÇÃO

      A Rede de Docentes e Cientistas do Campo da Museologia tem como compromisso estimular a produção de uma Museologia atenta às demandas sociais, que instigue em seus integrantes uma atuação criadora e renovadora que assegure a cidadania, o respeito à diversidade e a inclusão, em amplo sentido. Seu principal palco de trocas é o Seminário Brasileiro de Museologia (SEBRAMUS), evento nacional que ao longo de suas quatro edições estimulou debates sobre o ensino e a produção acadêmica da área, bem como reflexões sobre o fazer museológico em sua dimensão social, política e crítica. 

      Após uma pausa necessária em razão da pandemia de COVID-19, o evento chega em sua quinta edição e retoma discussões latentes no cenário cultural nacional e internacional. Na perspectiva de avançar a partir do tema gerador do 4º SEBRAMUS (Brasília, 2019), intitulado Democracia: desafios para a universidade e para a Museologia, apresentamos as bases de fundamentação do 5º Seminário Brasileiro de Museologia – Museologia em movimento: lutas e resistências, que visa aprofundar as discussões no âmbito da Museologia em um cenário contemporâneo complexo, repleto de desafios, lutas e muitas resistências. Vamos constituir o evento ao longo de 2022, um ano chave para o Brasil, com eleições para Presidência e Congresso Nacional. Vivemos um momento no qual direitos constitucionais são frequentemente questionados e ameaçados e que se torna uma responsabilidade social, enquanto profissionais da Museologia, a luta por uma realidade onde os direitos não sejam coagidos, a democracia seja um princípio civil respeitado e o convívio com a diversidade uma realidade. Ser hoje no Brasil um profissional que atue com a cultura é um ato de resistência, tendo em vista a desvalorização do setor cultural, nitidamente percebida na escassez de recursos revertidos para as políticas de memória, principalmente aquelas representativas de grupos sociais excluídos e marginalizados. O SEBRAMUS também consolida-se como um espaço colaborativo de discussões a respeito das dificuldades que passam as universidades frente ao cenário apresentado, e que repercutem na formação e consolidação teórica e profissional da Museologia Brasileira.

Data: 07, 08 e 09 de dezembro de 2022

Local: Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação
Universidade Federal do Rio Grande do Sul

R. Ramiro Barcelos, 2705 - Santana, Porto Alegre - RS, 90035-007

IDENTIDADE VISUAL

      Aqui vai ficar o texto da Identidade visual – só exemplo >>> A Rede de Docentes e Cientistas do Campo da Museologia tem como compromisso estimular a produção de uma Museologia atenta às demandas sociais, que instigue em seus integrantes uma atuação criadora e renovadora que assegure a cidadania, o respeito à diversidade e a inclusão, em amplo sentido. Seu principal palco de trocas é o Seminário Brasileiro de Museologia (SEBRAMUS), evento nacional que ao longo de suas quatro edições estimulou debates sobre o ensino e a produção acadêmica da área, bem como reflexões sobre o fazer museológico em sua dimensão social, política e crítica. 

07/12
Quarta

Manhã (10h às 12h) 

  • Acolhida e Credenciamento

Tarde (14h às 18h)

•  GTs

•  Pôster virtual no site do evento

•  Graduação

18h – apresentação cultural

Noite (19h às 21h)

  • Conferência de Abertura

Museu: ferramenta de luta e resistência

Profª Drª Marcele Pereira
Reitora da Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

08/12
Quinta

Manhã (9h às 12h)

  • Mesa Redonda

Museologia: modos de usar

Célio Golin – Grupo Nuances

Eurípedes Gomes da Cruz Jr. – Museu Nacional de Belas Artes e Museu de Imagens do Inconsciente (RJ)

Tony Boita – Rede Museologia LGBT

Pollynne Santana – Museu da Inclusão (SP)

Tarde (14h às 17h)

•  GTs

•  17h30 – apresentação cultural

Noite (18h às 21h)

  • Mesa Redonda

Museologia: modos de usar

Profª Me. Jocelem Fernandes Ribeiro (Museu Afro Brasil Sul)

Padre Mauro Luiz da Silva – Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (MUQUIFU)

Lucas Ribeiro – Rede Museologia Kilombola

Fernanda Kaingang – Instituto Kaingang (INKA)

09/12
Sexta

Manhã (09 às 12h)

•  9h às 10h30 – Reunião Graduação 

•  10h30 às 12h – Reunião Pós-Graduação (Auditório 1)

10h30 às 12h – Reunião Rede LGBT de Memória e Museologia Social (Auditório 2)

Tarde (14h às 16h)

•  GTs

•  16:30 às 18:30 – Assembleia Geral da REDE

Noite (19h às 21h)

  • Conferência de Encerramento

Desafios para uma definição decolonial de museu

Profª Drª Camila Wichers
Membro do Conselho Consultivo do ICOM Brasil

GRUPOS DE TRABALHO APROVADOS

Coordenadores

  • Anna Paula da Silva (UFBA)
  • Emerson Dionisio Gomes de Oliveira (UNB)
  • Mariana Estellita Lins Silva (UFMA)

Resumo
Na ocasião da Mesa-Redonda de Santiago do Chile (1972), outra operação intelectual e política estava em curso: a constituição do acervo do Museu da Solidariedade, cuja coleção surgiu como ação política deliberada desde 1971 — acervo formado em nome da resistência e da solidariedade, em prol da democracia chilena. Resistência que guiou as ações do museu no exílio, após o golpe de estado de 1973, que instituiu uma das mais violentas ditaduras da América do Sul. Inspirados na história do atual Museu da Solidariedade Salvador Allende, nossa proposta acolhe discussões sobre musealização como ato de resistência para a preservação da produção artística, no contexto político das últimas décadas. Diante do cenário atual em que discussões sobre questões sociais, econômicas, políticas, étnico-raciais, culturais tornaram-se ainda pungentes, em razão da pandemia e das políticas de desmonte na área da cultura e da educação, compreender a musealização como processo de assimilação e de sobrevivência da produção artística pode apontar caminhos possíveis para a atuação das instituições e de seus agentes, garantindo a institucionalização de obras. A partir disto, se considera os desafios das instituições e seu papel na salvaguarda de acervos, reafirmando sua importância como espaços de preservação de bens culturais. Nesse sentido, o objetivo principal é discutir a preservação, constituição, gestão, mediação, extroversão de acervos artísticos públicos e privados de modo interdisciplinar. Para tanto, as comunicações podem abordar práticas e políticas de aquisição; documentação museológica; conservação de acervos; exposição; ação cultural; uso de tecnologias; pautas sociais; políticas públicas; e políticas institucionais. O acervo é basilar não apenas para diversas teorias museológicas que norteiam práticas profissionais, como também para fomentar a circulação da produção artística e o desenvolvimento das instituições. Portanto, o GT propõe o debate da musealização da arte enquanto processo que instaura o papel do acervo nas instituições museológicas e na produção crítica e historiográfica das artes visuais. Deste modo, a partir do reconhecimento da musealização como resistência, o GT será espaço colaborativo para comunicações sobre a produção artística em acervos e coleções.

Coordenadores

  • Maria Cristina Oliveira Bruno (USP)
  • Judite Santo Primo (ULHT - Lisboa)

Resumo
Apresentamos a proposta de um grupo de trabalho para abordar as especificidades do ensino e pesquisa em Museologia, considerando as suas implicações nas ações museológicas contemporâneas. Por um lado, pretende-se reunir estudantes e professores para discussões sobre metodologias de ensino nos cursos de graduação e pós-graduação e, por outro, espera-se identificar os impactos das pesquisas acadêmicas nos diferentes contextos de políticas públicas para museus e ações museológicas.
Entendemos que nos últimos anos três pontos devem ser considerados neste contexto:o novo olhar para as questões que envolvem os repertórios patrimoniais museológicos à luz das discussões sobre decolonialidade, diversidade cultural e direitos humanos e o quanto as pesquisas e as ementas de formação profissional estão evidenciando estas preocupações;

o impacto da discussão sobre a nova definição de museus, realizada pelo ICOM - Conselho Internacional de Museus, e de que forma os professores e estudantes estão envolvidos nestes trâmites;

a inserção dos estudantes e professores nas discussões e ações sobre as políticas públicas museológicas e áreas afins.

Esses pontos foram selecionados, entre muitos outros, com o propósito de verificar qual é o impacto das pesquisas e dos cursos de formação nas múltiplas dimensões da museologia em processo.

Coordenadores

  • Silmara Küster de Paula Carvalho (UFRJ)
  • Marcus Granato (UNIRIO/MAST)
  • Clara Landim Fritoli Clara Landim (UTFPR)

Resumo
GT CONSERVAÇÃO
Ementa
O GT CONSERVAÇÃO tem por objetivo divulgar e promover pesquisas sobre conservação aplicada em instituições tradicionais ou de iniciativa comunitária, assim como mediar debates e experiências sobre processos de conservação em curso e que tenham por finalidade a preservação de acervos culturais. Diante de novas abordagens da conservação, acrescentamos a Conservação Participativa com o intuito de ampliar a reflexão da conservação em territórios e espaços comunitários, conforme as práticas locais de conservação e suas singularidades, considerando o patrimônio imaterial.
A conservação tem a finalidade de prevenir e estabilizar os processos de degradação, manter as condições adequadas dos acervos, preservando o seu significado para o acesso seguro às gerações atuais e futuras. Assim, a pesquisa é imprescindível para diagnosticar as causas de degradação, reconhecer a tipologia dos materiais que compõem os acervos, assim como verificar quais os meios possíveis à sua permanência. Os temas a serem contemplados por esse Grupo de Trabalho são os aspectos teóricos e práticos da conservação, gestão de riscos, ações de conservação participativa, métodos científicos de pesquisa e novas tecnologias em conservação.
Considerando a complexidade deste campo do saber, o Grupo de Trabalho em Conservação é um espaço para a reflexão crítica e fomento de discussões, entre pesquisadores da área sobre questões pertinentes e específicas da conservação na contemporaneidade.

Coordenadores

  • Carmen Lucia Souza da Silva (UFPA) 
  • Rita de Cassia Maia da Silva (UFBA)
  • Rafael Teixeira Chaves (UFPEL)

Resumo
A conexão entre Museologia e Cultura Digital mobiliza o pensamento sobre a expansão das tecnologias digitais nos processos museológicos e de estudos e vivência do patrimônio. Mobiliza investigações científicas como percursos possíveis para compreender a complexidade dos desafios contemporâneos na relação entre memória e sociedade, cada vez mais ciberconectada. Nestes enlaces, estão implicadas discussões sobre poder e resistência, ciberativismo, cidadania em rede e empoderamento de grupos e comunidades através da expansão do patrimônio cultural e dos museus nas práticas e espaços digitais. Agregamos estudos em cibermuseologia, e sobre o patrimônio e o virtual, mobilizando inclusive perspectivas interdisciplinares para (re)pensar problematizações epistemológicas. Ademais, em consequência da pandemia do COVID-19 que trouxe diversas adversidades para a sociedade como o distanciamento social, novos hábitos e desafios foram gerados. Dentre esses, destaca-se a urgência da presença dos patrimônios e dos museus nos espaços digitais como estratégia, seja para manter as suas ações diante da necessidade de fechar as portas, seja pela atualização premente reivindicada por grupos sociais silenciados e excluídos na sociedade que, diante da pandemia, se (re)descobrem cada vez mais (inter)ativos nas redes, ressignificando através do digital seus patrimônios, suas memórias e suas lutas. Neste sentido, o GT Museologia e Cultura Digital busca fomentar debates sobre estas e outras reflexões conexas, como, na Museologia aplicada, acerca da reinvenção das ações museais na virtualidade, compartilhando experiências museológicas e discutindo a sua continuidade; ou como, na Museologia teórico-empírica, a atualidade e a potência das virtualidades nas transformações dos espaços museais e patrimoniais, e na vivência cultural, sempre afetadas pelos desejos por uma democracia cognitiva. Seguindo, fortalecendo e expandindo as discussões do Fórum de Estudos em Museologia e Cultura Digital.

Coordenadores

  • Tony Willian Boita (Revista Memória LGBT+)
  • Marlise Maria Giovanaz (UFRGS)
  • Benito Bisso Schmidt   (UFRGS)                         

Resumo

O presente Grupo de Trabalho objetiva reunir pesquisas que versem sobre museus, memória e Museologia produzidas pela comunidade LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queers, Intersexuais, Assexuais e outras identidades de gênero e orientações sexuais). Neste cenário, problematizam-se estratégias museais interessadas na superação da LGBTfobia (categoria jurídica vigente nas políticas públicas brasileiras), no que pode ser chamado de Museologia LGBT+, entre outras possíveis designações. Para tal, reúnem-se novas abordagens teóricas relacionadas a políticas públicas, direitos humanos, estudos queer e interseccionalidade, além das práticas inovadoras expressas na criação de museus com tipologia própria, abordagens que problematizem o fato museal e a cadeia operatória museológica,  estudos de musealização de coleções representativas da comunidade LGBTQIA+, história dos museus, monumentos, patrimônios, arquivos,  ressignificação de exposições e de acervos já musealizados, difusão de memórias orais, invisibilização das sexualidades dissidentes em exposições de curta e longa duração, entre outras possibilidades que demonstram a potencialidade desta proposta e sua ampla diversidade de atuação. O GT conta com apoio do Centro de Referência da História LGBTQI+ do RS (CLOSE – RS)/UFRGS, da Rede LGBT+ de Memória e Museologia Social, a Revista Memórias LGBT+ e do Grupo de Pesquisa Museologia e Sexualidade (MusaSex/CNPq).  

Coordenadores

  • Diego Lemos Ribeiro (UFPEL)
  • Camila Azevedo de Moraes Wichers (UFG)
  • Maria Cristina Oliveira Bruno (USP) 

Resumo
Os museus e processos de musealização deslocam e enquadram materialidades por meio de rotinas de classificação, normatização e conservação, apresentando-as ao público a partir de discursos expositivos e educativos. Em contraponto, observa-se atualmente a emergência de questionamentos éticos, políticos e epistêmicos de tais enquadramentos; no mesmo compasso, as práticas museológicas têm evidenciado um movimento em direção à interdisciplinaridade e à interculturalidade no tratamento dos acervos. Esse grupo de trabalho abordará novas éticas, teorias e práticas museológicas no tratamento de coleções, depositadas ou não em museus, com especial atenção aos acervos arqueológicos, embora não se restrinja a essa categoria. Os trânsitos, diásporas e êxodos dos objetos de seus territórios e coletivos, bem como as novas políticas de restituição e repatriação também estão no cerne do debate proposto. Ademais, as discussões propiciadas pela virada ontológica, traduzidas pela percepção do trânsito no sentido das coisas, das múltiplas temporalidades da cultura material e da demanda por uma nova ética para lidar com coleções vivas, fora dos marcos regulatórios do campo da museologia, também estarão em debate. Algumas questões serão norteadoras: Como temos selecionado e classificado as materialidades? Comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais compartilham das mesmas concepções e prioridades dos museus em relação à gestão das coleções? Quais indivíduos têm o poder de efetuar esses deslocamentos? Como realizar práticas mais horizontais? Como políticas públicas, instituições e museus universitários têm atuado frente a essas demandas? Reflexões teóricas, práticas colaborativas e, ainda que a musealização da arqueologia assuma um eixo importante do grupo de trabalho, experiências com diversas categorias de coleção, que evidenciem os fluxos contínuos entre materialidades e significados das coisas, estão em nosso horizonte de discussão.

Coordenadores

  • Renata Cardozo Padilha (UFSC)
  • Mara Lúcia Carrett de Vasconcelos (Museu Victor Meirelles/Ibram/MTur) 
  • Elias Palminor Machado (UFRGS)

Resumo
Este GT visa estimular a formação e o pensamento crítico por meio do levantamento de investigações teórico-metodológicas relacionadas à documentação museológica e sua interface com as outras disciplinas envolvidas no processo de musealização, a fim de identificar os principais elementos informacionais que representam à diversidade social dos acervos culturais existentes nas instituições museológicas, bem como analisar as metodologias e técnicas que envolvem os processos documentais no século XXI.
Os estudos e diretrizes sobre documentação no campo da Museologia tem como um importante marco a criação do Comitê Internacional de Documentação (CIDOC/ICOM), nos anos de 1950, dando início a procedimentos técnicos de normatização e registros de bens culturais em museus e que se expande, ao longo das próximas décadas até final do século XX, com discussões que envolvem padrões mínimos de metadados e controle de vocabulários e terminologias. Com a virada do século, identifica-se que as transformações sociais, culturais e tecnológicas, bem como os problemas latentes da nossa sociedade como o racismo, o machismo, a lgtbfobia, o capacitismo, manifestam-se com força nas discussões do campo museológico e requerem mudanças na prática, refletindo na representação da informação nos museus.
Compreendemos que os procedimentos documentais devem atender primordialmente às necessidades informacionais dos públicos e dos grupos representados nas coleções, à salvaguarda e autenticidade dos acervos e à legalidade e ética das instituições museológicas. Para tanto, o GT visa uma abordagem interdisciplinar sobre novas dimensões teórico-metodológicas da documentação museológica que considerem as variedades tipológicas de acervos, os grupos representados e as áreas envolvidas, e que proponham debates contemporâneos a respeito de temas como acervos digitais, arte contemporânea, diversidade sexual, questões étnico-raciais, interculturalidade, gestão e curadoria compartilhada, entre outros.

Coordenadores

  • Noris Mara Pacheco Martins Leal (UFPEL)
  • Mauricio Candido da Silva (Museu de Anatomia Veterinária FMVZ USP)
  • Hugo Xavier Guarilha (UFOP)

Resumo
O patrimônio histórico, cultural, artístico, natural e científico brasileiro é notadamente representado, em boa parte, nas coleções universitárias. Os acervos existentes nas instituições de educação superior são utilizados no tripé pesquisa, ensino e extensão e abrangem todos os campos do conhecimento. Na busca da preservação deste rico patrimônio, há mais de 20 anos, no Brasil, surgiram as primeiras redes que visam articular esses espaços para proteção e difusão do conhecimento científico produzido, a partir das coleções universitárias. Na atualidade esse movimento teve um novo impulso, onde várias iniciativas surgiram mostrando o seu potencial de articular o trabalho cooperativo necessário para a promoção deste conjunto patrimonial.
Neste contexto, o grupo de trabalho Redes de Coleções e Museus Universitários, ConectaRmus, nasceu no VI Fórum Permanente de Museus Universitários, em outubro de 2021, com a proposta de conectar e apoiar as redes e os sistemas de coleções e museus universitários. Trata-se de um espaço de troca de ideias e informações com o objetivo de aprender uns com os outros, como uma forma de ampliação do debate.
O Grupo de Trabalho Coleções, Museus e Redes de Cooperação nas Universidades dentro do 5º Sebramus busca reunir estudos que abordem essa temática e ampliar a discussão sobre o tema. A troca de conhecimentos entre os trabalhos mais longevos com os mais recentes podem proporcionar o fortalecimento dos processos e aproximação das diferentes experiências. No entendimento que redes são positivas e realmente conectam seus membros em função do seu caráter democrático e participativo nas questões envolvendo os processos de salvaguarda, comunicação, educação e pesquisa relacionadas ao patrimônio museológico universitário, torna-se imprescindível a discussão do conhecimento produzido a partir das redes criadas ou em criação nas universidades brasileiras.

Coordenadores

  • Karlla Kamylla Passos dos Santos (UFG)
  • Giovanna Silveira Santos (UFG)
  • Camila Azevedo de Moraes Wichers (UFG)

Resumo
A museologia vem passando por ondas de renovação nas últimas décadas, em um movimento marcado por tensões, negociações e avanços rumo a uma postura mais engajada socialmente. Por um lado, observamos a constituição de um campo científico específico, com teorias e práticas voltadas ao estudo e à intervenção das/nas relações entre pessoas, coisas, significados e espaços de construção das memórias. Por outro lado, essa constituição se vê interpelada por coletivos que demandam por representação em museus e discursos patrimoniais e/ou restituição de suas memórias e patrimônios culturais. Essas ondas demonstram as potencialidades dos processos de musealização, evidenciando debates interdisciplinares e interculturais, no intuito de buscar uma abordagem mais crítica e democrática dos museus e patrimônios. Esse grupo de trabalho visa integrar reflexões sobre as museologias que emergem desse cenário, como as museologias feministas, quilombolas, indígenas, LGBTQIA+, sapatão, periféricas e todas as outras formas do fazer museológico que deslocam e provocam a museologia normativa. Serão bem-vindas investigações de temas emergentes e abordagens críticas dos processos de musealização no campo dos museus, patrimônio e memória, envolvendo estudos de acervo, ações educativas, exposições, gestão museológica, documentação e conservação. Tais propostas devem contribuir para o debate interdisciplinar, intercultural e interseccional na museologia, visando à reflexão dos fenômenos e desafios contemporâneos.

Coordenadores

  • Ana Paula Ferreira de Brito (UFRGS)
  • Ana Ramos Rodrigues Castro (UFRGS)
  • Deise Formolo (Museu do Imigrante de Bento Gonçalves - RS)

Resumo
Este GT estimula o encontro de pesquisadores e profissionais de instituições museológicas interessados em compartilhar reflexões sobre os diferentes modelos de gestão de museus na contemporaneidade. O GT busca ampliar a discussão em torno das mais variadas formas de administração nos museus, dedicando especial atenção ao crescente modelo de gestão de museus públicos por Organizações Sociais, que tem como desafios conciliar as demandas da chamada "indústria e marketing cultural” com a função social do museu e seu relacionamento de longo prazo com seus diferentes públicos. Nos museus comunitários, entre os desafios, destaca-se a gestão multitarefas, a sustentabilidade, entre outras questões que perpassam modelos de gestão mais horizontais e com ausências de recursos fixos. Como forma de contribuir para os debates do campo museológico, este GT visa acolher pesquisas e estudos de caso que envolvam análises acerca das políticas de gestão do setor museológico, bem como as políticas culturais voltadas para o campo museal de forma mais abrangente, abordando os desdobramentos históricos, sociais e econômicos para o campo da cultura.

Coordenadores

  • Vânia Dolores Estevam de Oliveira (UFG)
  • Elizabete de Castro Mendonça (UNIRIO)
  • Ricardo Gomes Lima (UERJ)

Resumo
As novas tipologias de museus e, como decorrência disso, as novas configurações de acervos, trazem tanto desafios para a gestão de coleções, como novas possibilidades de pensar e exercitar a museologia, a conservação e a documentação de acervos museológicos. Este GT - que se aprovado, terá sua terceira edição no V Sebramus - tem como proposta congregar trabalhos sobre colecionismo, percursos, estudos de performances culturais e representações artísticas em coleções de museus, com ênfase nos acervos relacionados a expressões de cultura popular. Considerando que a atuação cultural, sobretudo na esfera museal, e mais pontualmente, no estímulo e apoio à cultura popular, é forma de luta e resistência, serão apreciados principalmente, mas não exclusivamente, trabalhos que abordem musealizações de acervos de arte e cultura populares e seus assemelhados, tais como objetos de cultos de matriz africana e de origem indígena, que apresentem aspectos não usuais, ou que causem estranheza no contexto tradicional da formação de coleções museológicas. Interessam-nos trabalhos que abordem os conceitos de arte e cultura populares, com possíveis implicações na política de constituição de acervo e nos sistemas de documentação e conservação das instituições museológicas, a exemplo de objetos que são alterados em sua forma física ao longo de sua trajetória no museu, por serem postos em interação constante com a realidade social circundante, ou por tomarem parte em eventos do calendário festivo das cidades em que se inserem. Interessam-nos igualmente, acervos relacionados a temáticas incomuns ou que levantem questionamentos relativos à patrimonialização, documentação e conservação, em contraposição aos interesses e anseios da sociedade envolvida com o bem em questão. São bem vindos trabalhos de pesquisa e relatos de experiência que subvertem ou põem em discussão a origem e aquisição de acervos de arte e cultura populares que fujam aos padrões tradicionais de constituição das coleções museológicas. Resultados de disputas, em campos de tensão criados e performados no interior do mundo museológico, esses objetos espelham visões de mundo que têm se modificado, alterando também as instituições que os abrigam.
 error, est. Ea, consequatur.

Coordenadores

  • Gleyce Kelly Heitor (Oficina Francisco Brennand - PE) 
  • Glauber de Lima (UFG)

Resumo
O Objetivo deste GT reside nos usos que são dados à cultura e aos museus em meio à esfera das políticas culturais. Os trabalhos devem ter como referência os processos em que ambos assumem propósitos definidos sob uma retórica democratizante e inclusiva, mas que implicam em experiências dotadas de efeitos reguladores e hierarquizantes. Isto inclui tanto discussões sobre o que há de ser o horizonte epistemológico de um fazer dos museus, assim como de experiências concretas em que estes se tornam peças chave de políticas interessadas em imperativos de desenvolvimento e cidadania. Aqui se toma tal paradoxo (retórica inclusiva x estética hierarquizante) como algo constitutivo da própria experiência contemporânea de museu. Neste sentido, interessa aqui discutir os seus fazeres mais rotineiros (exposições, programas educativos, formação de acervos, políticas de gestão etc.) enquanto expedientes por meio dos quais esta contradição é instituída. O foco, portanto, é menos na eficiência das políticas culturais que se enunciam sob esta gramática multicultural (inclusão, participação, reconhecimento, empoderamento, comunidades etc.), e mais na utilidade que se busca dar aos museus e a cultura sob tais arranjos retóricos e seus respectivos efeitos materiais.

Coordenadores

  • Juliana Cristina Pereira (UFSC)
  • Thainá Castro Costa (UFSC)
  • Nutyelly Cena de Oliveira (UFPE)

Resumo
O GT pretende reunir pesquisas teóricas/práticas que se debruçam em experiências contra-hegemônicas no campo da Expografia e Curadoria. Investigações e relatos de experiências que dialoguem com novas metodologias expositivas, concatenadas a uma atualização dos campos da Museologia e Artes Visuais em consonância ao protagonismo de novos artistas e as tentativas de inserção dos mesmos nos circuitos artísticos contemporâneos. Interessa-nos especialmente exposições e processos curatoriais que discutam as representações sociais contra hegemônicas nos museus, nas exposições e nos espaços dos fazeres artísticos, históricos e patrimoniais, assim como, ações que repensem os movimentos impostos historicamente e que agenciem novos dispositivos e investigações.
Perceber os processos de rupturas presentes nos últimos tempos nos espaços museológicos, permite-nos identificar as transformações e influências que demarcam os espaços expositivos em dinâmicas expográficas e nos cenários artísticos, como mudanças que ocorreram nas posturas dos museus, entre seu caráter privado e sua dimensão pública, trazendo revisões de formas, de elementos e de novas estratégias diante dos cenários atuais que interrogam a Colonialidade do Poder, trazendo ao centro os grupos colocados historicamente como subalternizados, abrindo possibilidades de novos caminhos possíveis para resistir e desconstruir padrões, conceitos e perspectivas impostas.

Coordenadores

  • Maria das Graças de Souza Teixeira (UFBA)
  • Fernando José Ferreira Aguiar (UFS)
  • Alexandro Silva  de Jesus  (UFPE)                

Resumo

Levando às últimas consequências o fenômeno que se postula sobre a rubrica “racismo estrutural”, o GT RACIALIDADES E LÓGICAS MUSEOLÓGICAS se assenta sobre o pressuposto de que atualidade da ferida colonial organiza o modo próprio das disposições museo-lógicas. Por isso, em sua primeira edição esse GT se interessará por pesquisas que possam iluminar os nexos entre processos de musealização /patrimonialização e racialidade – inclusive em suas intercessões com gênero e raça –, especialmente, em suas dimensões ideológicas e estruturantes (negritude & branquitude). Ao longo dos anos, principalmente a partir da década de 1970 do século passado, o  pensamento  museológico    tem  sinalizado  cada  vez  mais  por  se  firmar como campo do conhecimento  interdisciplinar,  propondo  outros  olhares  e  outras  perspectivas  epistêmicas  desde  a  Nova  Museologia,  a  Museologia  Social  e  as  mais  recentes  denominadas  Museologias   Insurgentes/ Museologias Indisciplinadas. Todavia, as pesquisas e demais experiências de processos museológicos ainda têm passado ao largo das discussões acerca das implicações das manobras da branquitude e do patriarcado no pensamento e na práxis museológicas/museais. Neste sentido, propomos trazer através deste espaço diálogos e narrativas de experiências que contemplem essas categorias de análise, concorrendo assim, para situarmos as produções que possam contribuir para o enriquecimento das discursões de novas epistemologias no campo museológico e suas aplicações nas disposições museo-lógicas. 

Coordenadores

  • Henrique de Vasconcelos Cruz (Museu do Homem do Nordeste / Fundação Joaquim Nabuco - PE) 
  • Priscilla Arigoni Coelho (UFOP)
  • Ana Carolina Gelmini de Faria (UFRGS)

Resumo
O Grupo de Trabalho História e Memória dos Museus e da Museologia no Brasil é dedicado à apresentação de pesquisas finalizadas ou em andamento sobre escritas da história e processos de construção de memórias sobre museus e práticas museológicas levadas a cabo por agentes do campo da Museologia em experiências institucionais, produções científicas, formulação de conceitos, pensamentos, etc., numa análise de biografia de coleções e objetos museológicos, bem como do itinerário profissional de agentes que legitimaram o campo. Dedica-se também à divulgação de trabalhos voltados à cientifização das práticas museológicas e sua institucionalização em cursos de graduação e pós-graduação, privilegiando também uma abordagem de análise institucional. O GT se constituirá em um espaço de divulgação, reflexão e debates sobre as diferentes contribuições (teóricas, empíricas e acadêmicas), institucionalizadas ou não, individuais e em grupo que constituíram o campo museológico brasileiro e atualmente são objeto de estudos na História, Museologia, Antropologia, Sociologia e outras áreas do saber. O GT justifica-se pela possibilidade de constituir um fórum de divulgação, reflexão, debates e trocas de produção científica sobre a história e memória dos museus e da Museologia no Brasil. Importante destacar que este GT será uma continuidade dos debates iniciados no II Sebramus (Recife, 2015), III Sebramus (Belém, 2017) e IV Sebramus (Brasília, 2019). Através desse espaço é possível não apenas que se conheçam os trabalhos sobre o tema que se tem desenvolvido no Brasil, mas também se fortaleça esse campo de pesquisa que muito tem crescido e contribuído para a elaboração de políticas e diretrizes no âmbito dos museus, da Museologia e do Patrimônio.

Coordenadores

  • Giane da Silva Vargas (UNIPAMPA)
  • Eráclito Pereira (UFRGS)
  • Elza Vieira da Rosa (UFRGS)

Resumo
A população negra vive um momento de questionamento sobre quais são as memórias preservadas e os monumentos visibilizados nas cidades e ao longo da história numa sociedade cuja lógica do racismo marca a formação da identidade nacional e, a partir de tal questionamento busca encontrar estratégias para que as identidades negras sejam reconhecidas no tecido social ainda tão excludente e racista. O Grupo de Trabalho tem como objetivo reunir pesquisas e pesquisadoras/es que abordam a museologia, a memória, a identidade, o patrimônio cultural e as ancestralidades negras, numa perspectiva epistemológica interdisciplinar, contra hegemônica, afrocentrada e afroreferenciada evidenciando as ações e práticas museológicas, os saberes e tradições do Patrimônio Vivo e dos Movimentos Sociais. No contexto das ações afirmativas e de uma educação para as relações étnico-raciais do povo brasileiro, conforme preconiza a LDB (Art. 26A) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais (Resoluções CNE/CP Nº 01/2004 e 03/2004), este GT quer assumir e valorizar o legado dos povos da negra diáspora, precondição essencial para a produção e desenvolvimento de conhecimentos. Reconhecer e preservar o patrimônio cultural negro e suas ancestralidades nos permite identificar as aproximações, conexões e potencialidades entre os diferentes espaços museais e manifestações patrimoniais que contribuam para o desenvolvimento de uma museologia decolonial e participativa. Outrossim, nos proporciona um espaço para diálogo e problematização da patrimonialização, estratégia de ação que muito contribui para a efetivação da produção de conhecimentos contra hegemônicos e a desconstrução de uma histórica invisibilidade das questões étnico-raciais nas instituições oficiais e tradicionais de educação e cultura.

Coordenadores

  • Letícia Julião (UFMG)
  • Ana Paula Ferreira de Brito (UFRGS)
  • Jacqueline Custódio (UFRGS)

Resumo
No processo de redemocratização brasileira, a justiça de transição apresentou-se como um processo longo e com limitações reais. Neste quadro peculiar da transição brasileira, a musealização das memórias traumáticas do período da ditadura militar tem confrontado o processo de esquecimento e de manipulação da memória da violência praticada pelo Estado entre 1964-1985. Instituições e processos museológicos, filiados à categoria dos chamados Sítios de Memória e Consciência no Brasil, constituídos em meio a disputas sociais e políticas em torno de memórias, têm protogonizado formas de reparação simbólica, ao ressignificarem o passado ditatorial, comunicando-o às novas gerações, em experiências de educação e formação de consciência do abuso do passado. Esses processos de musealização ganham relevância, sobretudo, em um momento em que se enfrenta retrocessos democráticos no Brasil, com acentuado negacionismo por parte do Poder Executivo Federal em relação aos crimes de lesa humanidade, cometidos durante a Ditadura. O GT pretende acolher pesquisas acadêmicas e estudos de profissionais de museus que abordem reflexões em torno de museus de Direitos Humanos no Brasil. O objetivo é fortalecer o debate, por meio do compatilhamento de experiências e reflexões teóricas, a respeito de desafios conceituais implicados na categoria dos Sítios de Memória e Consciência, tanto quanto aspectos relacionados à gestão, ação educativa e pesquisa nesses espaços no Brasil.

      Os Grupos de Trabalho (GTs) são espaços para a apresentação e discussão de pesquisas concluídas ou em estágio avançado de realização sobre um tema compartilhado. Funcionarão com o mínimo de 8 (oito) e máximo de 20 (vinte) apresentações na modalidade comunicação oral, apresentados no decorrer de dois dias do 5º SEBRAMUS, em formato presencial.

Condições para a inscrição de propostas de Grupos de Trabalho:

  • Mestres e Doutores poderão submeter propostas. Somente serão aceitas propostas de Grupos de Trabalho apresentadas por ao menos um Doutor(a);
  • Os Grupos de Trabalho propostos poderão ser coordenadas por até 3 (três) membros de ao menos duas instituições diferentes.
  • As propostas deverão ser encaminhadas em formulário específico, disponível ao final das instruções, no qual deverão constar, obrigatoriamente: Nome dos coordenadores seguidos de filiação profissional ou institucional; título com até 85 (oitenta e cinco) caracteres com espaços; ementa com dimensão entre 1.200 (mil e duzentos) e 2.000 (dois mil) caracteres com espaços; 3 (três) palavras-chave. A adequação às normas é critério de encaminhamento da proposição para avaliação, estando sujeito à desclassificação caso não haja o cumprimento das normas de submissão.

Avaliação das propostas de Grupos de Trabalho:

  • As propostas de Grupos de Trabalho serão analisadas pela Comissão Científica do evento, a qual poderá realizar junções e/ou desmembramentos de temas. A previsão é que sejam selecionados até 10 (dez) Grupos de Trabalho. Esse número pode ser alterado por recomendação da Comissão Científica;
  • Os Grupos de Trabalho serão avaliados pela sua consistência, relevância e clareza, priorizando-se aqueles que se vincularem ao tema central do 5º SEBRAMUS.

Atribuições dos coordenadores de Grupos de Trabalho:

  • Selecionar os trabalhos a serem apresentados no Grupo de Trabalho, nas modalidades comunicação e pôster;
  • Organizar a ordem das comunicações do Grupo de Trabalho nos turnos destinados na programação do 5º SEBRAMUS;
  • Conduzir as atividades do Grupo de Trabalho ao longo do 5º SEBRAMUS;
  • Coordenar os trabalhos durante os dias da realização do Grupo de Trabalho, respeitando os horários previstos na programação do evento;
  • Encaminhar ao final dos trabalhos a lista das pessoas com direito aos certificados.

LISTA DE TRABALHOS APROVADOS

É com muita alegria que divulgamos os resumos aprovados no 5° Seminário Brasileiro de Museologia! Seguem informações importantes:

1) Alguns trabalhos foram redistribuídos para uma terceira opção de GT, pois tivemos grupos de trabalho que chegaram ao limite de apresentações. Portanto, procure em toda a lista para conferir se o seu trabalho foi aprovado!

2) Ao longo da semana que vem enviaremos por e-mail a Carta de Aceite para solicitações de afastamentos;

3) Todas as autorias (autores e coautores) precisam fazer inscrição no evento, já disponibilizado no site;

4) As Comunicações Orais serão presenciais. Esta modalidade poderá enviar trabalho completo. Semana que vem publicaremos no site as normas e prazos. Em breve publicaremos a ordem das apresentações (dias e horários);

5) Os Pôsteres Digitais serão exibidos no site do evento. Semana que vem publicaremos no site as normas e prazos.

COMUNICAÇÃO ORAL

A Importância do Quinto Marco do Museu de Percurso do Negro de Porto Alegre

Jeanice Dias Ramos

A musealização como forma de preservação e permanência da arte extramuros

Fernanda Werneck Côrtes

A musealização como resistência: uma análise dos objetos de guerra e imigração

Joana Pinheiro Gomes Arêas

A revolta do azulejo no ardente e mágico barroco brasileiro

 Emerson Dionisio Gomes de Oliveira

Categorias de valor: estudo de caso da patrimonialização da coleção Mário de Andrade

 Inês Gouveia 

Entre ocorrências e documentos: vaga em campo de rejeito, de M. Helena Bernardes, no MACRS

Isadora Heimig e Fernanda Albuquerque

Mapeamento de Estudos da Musealização da Arte no Brasil

Anna Paula da Silva

MEOC-HPSP:  nasce um museu espaço de arte, saúde mental e resistência

Blanca Brites e Barbara Neubarth

Ocupação Cromática: notas sobre uma experiência de imaginação, ocupação e certo esperançar

Fernanda Carvalho de Albuquerque

Quebrando a Moldura: a Musealização do Corpo em Movimento 

 Angela Luciane Peyerl, Nadja de Carvalho Lamas e Luana de Carvalho Silva Gusso 

 

PÔSTER DIGITAL

Relações de pesquisa: acervo MACRS em rede

Bruna Martin e Maria Luiza Mello 

COMUNICAÇÃO ORAL

A produção acadêmica do Dep. de Museologia da ULHT e a construção da Sociomuseologia

Angelo Renato Biléssimo e Mário Moutinho

Análise de Narrativas Museológicas: o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo

John Keven Nunes Silva

Ausências na mítica Mesa Redonda de Santiago do Chile, 1972:                esboço de uma narrativa 

Julio Cézar Chaves

De objetos da Missão Anchieta à museália: a coleção etnológica do Museu Anchieta de Ciências Naturais 

Roberta Madeira de Melo 

EcoHeritage: capacitação de comunidades para aprofundar a função social dos museus

Nathalia Pamio Luiz, Marcelo Lages Murta e Leandro França

Esperançar em diálogo: Sociomuseologia + Paulo Freire

Moana Soto

Laboratório Virtual como Recurso Pedagógico de Estágio Supervisionado

Andréa Reis da Silveira, Miriam Mattos e Raffaela Afonso

Museologando amorosamente com Paulo Freire

Moana Soto

Museologia e literatura de mulheres negras: descolonização do olhar em Arte Decorativa

Joseania Miranda Freitas

Museologia e participação: ensino e experimentação na disciplina Função Social dos Museus 

Luiz Henrique Assis Garcia

MINA - Museologias Insurgentes en Nuestra América

Fernanda Rechenberg, Júlio Cezar Chaves e Vania Maria Andrade Brayner Rangel

Museologia Social e Ciência Cidadã: o Programa Expográfico da Igreja de Santa Engrácia

Adel Pausini Maria Monsalve

Nova Definição de Museus na Perspectiva da Região Norte do Brasil

Sandra Regina Coelho da Rosa e Rosangela Marques de Britto

O Manancial Missioneiro de São Miguel das Missões: museu ou não museu?

Vânia Gondim

O processo de musealização como metodologia de pesquisa 

Marijara Souza Queiroz

Os modelos didáticos do MLJB: A pesquisa museológica no museu escolar

Pollynne Ferreira de Santana

Projetos de investigação e reciprocidade de saberes na formação em Sociomuseologia na ULHT

Maristela Simão e Mário Moutinho

 

PÔSTER DIGITAL

Estratégias Educacionais: panorama das Ações Educativas do Museu Casa Kubitschek

Hellen Tauana Silva Batista

Levantamento da Produção Científica Discente de Monografias do Departamento de Museologia 

Ana Cristina Audebert Ramos de Oliveira e Isabella Aparecida Ponciano Moraes

Mapa de Estágios do Curso de Museologia da UFOP 

Isa Vitória de Sousa Sales e Gilson Antônio Nunes

Musealização do Acervo da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro 

Julia Ferreira da Silva e Paula Reichelt Dias

COMUNICAÇÃO ORAL

Considerações sobre a conservação de um herbário histórico na Seção de Obras Raras,Fiocruz

Bianca Scofano Barbosa

Documentação Museológica e Conservação: o caso da obra Vista do Desterro de Victor Meirelles

Maria Eugênia Gonçalves de Andrade

Museu do Instituto de Química da UFRGS e pesquisas avançadas em Ciência do Patrimônio 

Jeniffer Alves Cuty, Henri Stephan Schrekker e Nathália Marcolin Simon

O Museu de Rua (Re)surge nas aulas de conservação: a preservação acervo documental do Júlio Abe

Pollynne Ferreira de Santana e Cecília Machado Fernandes

Patrimônio bibliográfico do século XIX: salvaguarda e comunicação de ações do Sépia 

Maria Stephanou, Vanessa Barrozo Teixeira Aquino e Cláudia Severo

Preservar, gerir e divulgar: a valoração da coleção de febre amarela do Museu da Patologia do Instituto Oswaldo Cruz/FIOCRUZ

Maria Karla Belo da Silva Tavares, Andrea Natividade Silva e Pedro Paulo de Abreu Manso

Protocolos para preservação de acervos: Glossário Visual de Alterações em Bens Culturais

Ana Panisset

 

PÔSTER DIGITAL

A conservação preventiva do acervo bibliográfico do Museu de História da Medicina do RS

Sofia Naime e Kayla Calistro

Arquivos Fotoativa, retomada de práticas de preservação no acervo da Associação Fotoativa

Moema de Lima Corrêa, Joel Carlos Silva da Silva e Raphael da Luz Melo

Beco da Codorna: diagnóstico sobre conservação preventiva em arte mural urbana

Henrique Moreira Oliveira

Conservação e Gestão: Relação e impactos nos processos de uma Reserva Técnica

Danúbia Ferreira Silva e Lais de Albuquerque Ribeiro

COMUNICAÇÃO ORAL

As práticas museológicas no “novo normal”: a virtualização como experiência do real e os desafios tecnológicos nos museus brasileiros André Fabrício Silva

As tecnologias de mídia e a comunicação dos Museus Imperial (RJ) e do Diamante (MG) 

Isabella Favero Fazani 

Maria Margaret Lopes

Experiência do Museu da Capitania de Ilhéus com Coleções em Ambientes Virtuai

Vitória Bispo Carvalho

Futebol, gênero e guerrilha no Twitter: o caso do Museu do Futebol

Renata Maria Beltrão Lacerda

Memórias patrimoniais na Amazônia: a imagem, o digital e a decolonialidade

Carmen Lucia Souza da Silva

Ana Claudia da Cruz Melo

Museu Bajubá – uma experiência em cibermuseologia

Rita de Cassia Colaço Rodrigues

O cinema mega-exposto: o digital nas relações museu, cinema e exposições museológicas

Bruno Couto Porpora

O fato museal e as ambiências digitais culturais no metaverso

Jaber Caetano da Silva Filho

Pablo Fabião Lisboa

Os Museus nas Plataformas Digitais: Análise do Projeto Google Arts & Culture

Geórgia Maria Ribeiro de Souza

Práticas Educativas no Museu de História da Medicina do RS em tempo de pandemia

Gláucia Giovana Lixinski de Lima Kulzer

Preservação de Acervos: o Processo de Digitalização do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul

Marcelo Vianna

Angela Beatriz Pomatti

Nicholas Aguirre

Reinvenção Museal durante a Pandemia C0VID-19: FatoCibermuseal

Rafael Teixeira Chaves

Daniel Maurício Viana de Souza

Visualidades e Virtualidades: A imagem na comunicação museológica online em Museus de Arte

Aylana Teixeira Pimentel Canto

Humberto Torres Gonzales

Ana Helena da Silva Delfino Duarte

Os museus do interior gaúcho no ciberespaço: presenças e ausências durante a pandemia de COVID-19

Vanessa Barrozo Teixeira Aquino

Gabriela Meneghel Colla Mattia

 

PÔSTER DIGITAL

Museu Diários do Isolamento: Redes Sociais como ferramenta de extroversão do conhecimento científico 

Matheus Cruz

Gabriela Gonçalves da Rosa Ferreira

Isadora Costa Oliveira

Museu Digital de Peças Anatômicas Históricas com Condições Patológicas Raras

Gabriel Leandro Gomes

Karina do Valle Marques

Mariana Matera Veras

MUSEUS, EXPOSIÇÕES E PATRIMÔNIO NO CIBERESPAÇO: conceitos, discussões e atualizações

Carina de Abreu Rafaeli

Digitalização e Curadoria Digital do Museu da Patologia

João Paulo Rodrigues dos Santos

Newton Marinho da Costa Júnior

Pedro Paulo de Abreu Manso

Ações virtuais dos museus e seus públicos 

Bia Pimentel

Wellington Luiz Silva

Sibelle Cornélio Diniz

Museu Diários do Isolamento (MuDI): trilhando caminhos para um museu total

Renan Marques Azevedo da Mata

Nicólly Ayres da Silva,

Noris Mara Pacheco Martins Leal

Mídias digitais: divulgação das ações de pesquisa e extensão museológica 

do Sépia UFRGS

Vivienne Stephanou

Gabriela Machado Leindecker

Pauline Tante de Tróia

EMARANHADO: experiências online da 11ª exposição curricular da Museologia/UFRGS

Victoria Lima Hornos

Gabriela M. Leindecker

Gabriela Meneghel Colla Mattia

COMUNICAÇÃO ORAL

Museologia LGBT e seus entraves

Alex Godoy Padilha de Souza

Sempre Afrontosa: salvaguarda e difusão da coleção documental Parada Livre (nuances/RS)

Ana Carolina Gelmini de Faria

Marlise M. Giovanaz

História pública e cultura transnacional da memória LGBTQIA+ (da década de 1980 à atualidade)

Benito Bisso Schmidt

O que há no âmago da transgressão? História Trans no MARS

Caio de Souza Tedesco

nuances do arco-íris: práticas de Museologia LGBT na UFRGS

Elisângela Silveira Assumpção

Arquivo Histórico do Museu Transgênero de História e Arte (AHMUTHA): Memória e museologia transgênera no Brasil

Ian Guimarães Habib

Museologia LGBT+ e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram): o pacto LGBTfóbico nas políticas públicas vigentes

Jean Tiago Baptista

Observatório do Patrimônio Cultural LGBT

Jezulino Lúcio Mendes Braga

Processos Educativos no Combate a Homolesbobitransfobia nos Museus

Jezulino Lúcio Mendes Braga

Os êxitos e percalços do Museu Transgênero de História e Arte (MUTHA)

Juno Nedel Mendes de Aguiar

As Potencialidades Transgressoras do Centro de Memória LGBTI João Antônio Mascarenhas

Maria Waleska Peil

Memórias LGBT+ Goiás

Tony Willian Boita

Museologia Sapatão: uma exposição sobre nossas memórias, corpos e performances

Victória Lobo Fernandes

Hilda Furacão e o Pelourinho: “musealização da pessoa” e a metonímia do patrimônio no desigual Centro Histórico de Salvador

Vinicius Santos da Silva Zacarias

PÔSTER DIGITAL

Ampliando a Representatividade LGBTQIA+: dos Quadrinhos à Exposição de uma REALIDADE

Jaqueline Abreu

Imagens Dissidentes - Poéticas Visuais de Artistas com Deficiências LGBTQIAPN+

Robson Xavier da Costa

Ana Gabriela do Vale Gomes

Epígrafe para o não esquecimento: memórias LGBT’s negras 

Jorge Luis Lopes Junior

Nutyelly Cena de Oliveira

Blog Museu Drag

Joglesson Costa

Nega Lú: um frenesi na maldita Porto Alegre - vestígios de um processo criativo

Vitória Werlang

Marlise M. Giovanaz

COMUNICAÇÃO ORAL

A Musealização da Arqueologia no contexto do resgate das peças egípcias do Museu Nacional 

Bruna de Oliveira Santos

Água fria não é chá gelado: decocções conceituais na aproximação entre museus e cemitérios

Pedro Luiz Vianna Osorio

Arenas que desafiam a gestão de acervos: Arqueologia preventiva em debate

Maria Tereza Vieira Parente

Biografia cultural-museológica: o caso do acervo Banco Santos no MAE/USP

Matheus Pereira da Costa 

Caminhar e aprender na Vila dos Ferroviários: fazeres em museologia e educação

Alice Bemvenuti e Fernanda Bittencourt Ribeiro

Cemitério/Museu: avizinhamentos entre o espaço dos mortos e dos vivos

Alynne Cavalcante Bezerra da Silva e Robson Xavier da Costa

Conexão de Tempos: Galerias de Arte Urbana nas Ruas de Santo Ângelo 

Manoela Nascimento Souza, Cristiano de Jesus e Douglas Barbosa

Da praia para o quintal: uma análise do processo de coleta dos fósseis de Salinas-PA

Erika Mourão Ferreira, Vânia Maria Torres Costa e Rosaly de Seixas Brito

Do espaço privado a Reserva Técnica Visitável: trajetória de uma coleção no MAE-USP

Mayara Manhães de Oliveira e Carla Gruzman

Educação Patrimonial, Crítica e Prática: no licenciamento ambiental e nas Missões (RS) 

José Felippe Ludolf Hansen Lassance

Elos que se conectam: Arquelogia e Museologia - um olhar a partir das Cadeias Operatórias

Marcus Vinícius Beber

Entre cenas e vitrines: desafios e potencialidades da musealização em acervos de figurino

Lorena da Paixão Ribeiro e Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha

Museus, Acervos Arqueológicos e Licenciamento Ambiental

Grasiela Tebaldi Toledo e Alberto Tavares Duarte de Oliveira

O podcast do MUARAN: adaptação de um Museu de ações sociais à necessidade de distanciamento social

Pedro Luís Machado Sanches e Mariana Brauner Lobato

Percursos Documentais de Sandra Jatahy Pesavento

Simone Steigleder eAlexandre Veiga

Processos de Memorialização- Reflexões sobre a cidade de Gravataí 

Helena Thomassim Medeiros, Daniel Maurício Viana de Souza e Diego Lemos Ribeiro

Redescobrir o Acervo Arqueológico do Museu Histórico Sorocabano

Larissa Girardi Losada

Um chinelo arqueológico e o debate museal 

Ilza Carla Favaro de Lima e Renato Kipnis

Uma Pesquisa em andamento, a pesquisa sobre processos museológicos nos times de futebol de várzea

João Pedro Rodrigues da Conceição e Flavson Francisco da Silva

COMUNICAÇÃO ORAL

Coleção Oceanos Gêmeos: a documentação museológica de uma coleção apreendida

Wilton Borges de Sousa

Estudo sobre o Acervo Iconográfico do Museu do Trem de São Leopoldo

Cinara Isolde Koch Lewinski

História das Mulheres no Acervo do Museu Julio de Castilhos (1995-2010)

Andréa Reis da Silveira

A interoperabilidade semântica das fichas de catalogação dos museus modernistas Brasileiros

Letícia Felix da Silva

O Inventário Participativo de Galópolis e a Gestão Comunitária do Patrimônio Industrial

Geovana Erlo

UM ACERVO ANIMADO: documentação museológica aplicada a bonecos da cena

Stephanie Lins Campos Lobato

Aníbal José Pacha Correia

 

PÔSTER DIGITAL

A associação entre acervos de anatomia patológica e sua documentação histórica em arquivo permanente

Barbara Cristina Euzebio Pereira Dias de Oliveira

Alexandra Corrêa Pereira

Maria Karla Belo da S. Tavares

Documentando e mobilizando: o caso do Inventário Participativo de Galópolis

Naylane Giazzon Sartor

Geovana Erlo

Documentação museológica e arte contemporânea: a implementação do Tainacan no MACRS

Maria Luiza Mello

Bruna Martin

Adriana Boff

Museu Casa Kubitschek: os processos e caminhos para a documentação do acervo fonográfico

Ana Beatriz Fóscolo Gomes



COMUNICAÇÃO ORAL

A experiência colaborativa na exposição de 50 anos do Museu Antropológico/UFG

Diego Teixeira Mendes, Manuel Ferreira Lima Filho e Rafael Lemos de Souza

A Política Institucional da UFBA e a Gestão do Patrimônio Cultural Universitário

Celina Rosa Santana

Coleções e Museus Universitários: um ecossistema museal emergente

Mauricio Candido da Silva

Documentação e Conservação do Acervo de Patologia da Faculdade de Medicina da USP

José Guilherme Veras Closs, Karina do Valle Marques e Mariana Matera Veras

Extensão universitária em pauta: o educativo do MAFRO-UFBA sob análise

Amélia Pereira Costa e Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha

Financiamento para museus e acervos universitários

Hugo Xavier Guarilha e Raquel Leite Braz

Improvisação Teatral Na Formação de Educadores

Amanda Ribeiro Marzano

Memorial da FAMED: projeto para salvaguarda e preservação do seu patrimônio e memória

Rosangela Cristina Ribeiro Ramos e Shirlei Galarça Salort

Museu da Rádio da UFRGS: um acervo em busca de seu lugar 

Letícia Turcato Heinzelmann, Camila Casarotto Martins e Lizandra Caon Bittencourt

Museu de Ciências Morfológicas da UFRN:  contribuições para o ensino, pesquisa e extensão

Simone Almeida Gavilan, Christina da Silva Camillo e Renata Swany Soares Nascimento

Museu "Luiz de Queiroz": ações de valorização do acervo para uso como recurso didático

Charles Albert Medeiros, Edno Aparecido Dario e Rosebelly Nunes Marques

Museus universitários: retomando a temática dos públicos

Adriana Mortara Almeida

Museus universitários da UFPA: mapeamento e considerações iniciais

Manuela Soutello Mendes da Fonseca Santos, Alegria Benchimol e Luisa Maria Gomes de Mattos Rocha

Museus Universitários de Arte no Brasil: Perspectivas e atualizações

Humberto Torres Gonzales e Ana Helena da Silva Delfino Duarte 

Museus Universitários Federais - Uma abordagem em processo coletivo

Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha, Cláudia Rodrigues Carvalho e Letícia Julião

Notas sobre construção de um patrimônio cultural das Ciências: a criação de museus na Escola de Minas de Ouro Preto

Carlos Augusto Ribeiro Jotta

 

PÔSTER DIGITAL

A Seção Moda da Coleção Amazoniana de Arte da UFPA e as práticas museológicas

Paola Haber Maués, Joel Carlos Silva da Silva e Manuelly dos Santos Moraes

Documentação e Conservação do Acervo de Patologia da Faculdade de Medicina da USP

José Guilherme Veras Closs, Karina do Valle Marques e Mariana Matera Veras

MAPE.ANDO: um recorte da obra de Hermano José presente no acervo da Pinacoteca UFPB

Robson Xavier da Costa e Victor Hugo Borba da Silva

COMUNICAÇÃO ORAL

Museologia Social como estratégia de resistência em favelas que sofreram remoção

Tamiris Amancio

A Presença das Mulheres no Museu do Grêmio, RS: pesquisa museológica em ação

Sibelle Barbosa da Silva

Quem tem medo da memória sapatão?

Paula Cristina de Almeida Silva

Sujeito inacabado e ação educativa em museu

Adelmar Santos de Araújo

MUSEALIZAÇÃO DO HIP HOP: uma análise da implementação do Museu da Cultura Hip Hop-RS

Giovanna Veiga dos Santos

Márcia Regina Bertotto

Musealização e Ação Social: construção da Memória de Mulheres Cervejeiras em Goiás

Bárbara Yanara

Itinerários sobre representações femininas nas coleções do Museu Julio de Castilhos

Laura Gomes Machado

Ana Celina Figueira da Silva

O preconceito de cada dia: educadoras museais e marcadores que operam suas exclusões

Karlla Kamylla Passos dos Santos

Análise da Relação dos Museus Com as Mulheres: fatores importantes a serem considerados

Beatriz Abreu Gomes

Da intenção ao gesto: reflexões sobre o patrimônio indígena no Museu Julio de Castilhos

Iandora de Melo Quadrado

Os Invisíveis Visíveis: um estudo de caso dos grupos de dança no MAM do Rio de Janeiro

Millah Christina de Souza Gomes

A masculinidade hegemônicas nos museus

Leonardo Alencar

Camila de Azevedo Moraes Wichers

MUSEUS INDÍGENAS E CONTRA-MUSEOLOGIA

Camila Azevedo de Moraes Wichers

Museologia social e comunitária na Paraíba: memoriação, lutas e resistências

Átila Bezerra Tolentino

Ser sentido: A musealização periférica como uma decolonialidade ontológica da Amazônia

Andrey Manoel Leão de Leão

Kelvyn Werik Nascimento Gomes

Por que não há grandes rappers mulheres?

Giovanna Silveira Santos

Emergências Amazonianas, Experiências Decoloniais

Orlando Franco Maneschy

Paola Haber Maués

Modos de fazer ações educativas como diálogos interculturais: Caixa Educativa Guarani Mbyá

Ma. Lívia Donida Biasotto

Ma. Cláudia Porcellis Aristimunha

Centro de Memória Queixadas idealização e construção de um acervo coletivo

Sheila de Souza Alves Moreira

Rosa Rosa Gomes

Patricia Barbosa

Mulheres na Ciência e nos Museus

Camila de Macedo Soares Silveira

Daniel Maurício Viana de Souza

 

 

PÔSTER DIGITAL

Marabaixo: leituras decoloniais e feministas de um registro do patrimônio 

Tatjana Del Castillo Barboza

Quando o Hallyu chega a Museologia: um recorte sobre o K-pop como cultura no Brasil

Andressa Rodrigues Jardim

A Apropriação do Patrimônio Alimentar pelo Agro e o Prejuízo Material e Simbólico aos Povos Tradicionais

Juliana C. Ferreira Candido

Vivências Museais no Terreiro de D. Maria: construindo um discurso feminino Afro-Amazônida

Ana Cristina Silva Souza

Diogo Jorge de Melo

Museologia e Identidades: os Museus e Redes Comunitárias como valorização da diverside

Débora Ramos da Silva

Museologias, museus e mitos de origem: entre memória e poder no Templo das Musas

Daniel Lofego Estevam

Pescando Memórias nas Ilhas do Guaíba

Caroline Brum Machado

Felipe Mendonça Pirovano

Museu Antonio Selistre de Campos e a visibilidade dos povos indígenas do Oeste Catarinense

Franciele Maziero

Cristiane Cecchin

Sujeitos favelizados, memórias patrimonializáveis?

Érika Augusta da Silva

O Projeto Presença Karajá e as possibilidades de práticas colaborativas na documentação

Renata de Sousa

Tuinaki Koixaru Karaj

Patrimônio natural e racismo ambiental: abordagem crítica para a Serra das Areias 

Cláudio Sérgio Lúcio Silva

Giovanna Silveira Santos

“Corpo Negro, Cubro Branco”: aminhos para uma crítica institucional no presente

Sofia Perseu



COMUNICAÇÃO ORAL

Casa de Dona Yayá: Patrimonialização e Musealização

Mayra Carvalho Ferreira de França

Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito - CEMAC: desafios de um Centro de Memória Institucional 

Elisandra Forneck

Diagnóstico participativo na elaboração do Plano Museológico do Museu Histórico de Itajaí 

Tayná Mariane Monteiro de Castro

Economia Política da Cultura como instrumento basilar para uma Gestão Museológica

Gabriela Gonçalves da Rosa Ferreira

Ecomuseu Delta Parnaíba: Gestão e Documentação Participativas

Áurea da Paz Pinheiro, Fernando Antonio Lopes Gomes e Rita de Cássia Moura Carvalho

Planejamento Estratégico para Coleções Biológicas do Museu da Patologia: complexidades e desafios do presente e futuro

Dayana Renalli Fausto da Silva, Marcelo Pelajo Machado e Barbara Cristina Euzebio Pereira Dias de Oliveira 

Plano Museológico do MUSEARQUI: desafios, percepções e possibilidades pós publicação

Daniele Rauber

Políticas Públicas para a Gestão dos Museus no Brasil

Ana Ramos Rodrigues Castro

Uso das Ferramentas de Gestão no Mart: resultados e dificuldades

Carla Renata A. S. Gomes e Aline Simões Cadaxo

 

PÔSTER DIGITAL

Centro de Memória do Esporte Paranaense: da Idealização à Concretização

Adriana Porto Seus e Débora Maria Russo

COMUNICAÇÃO ORAL

Casa de Jota Rodrigues: trabalho e família na reconstrução de um centro cultural

Ricardo Gomes Lima e Ana Carolina Carvalho de Almeida Nascimento

Constituição, percurso e perspectivas da Coleção Congada da Lapa do MAE-UFPR

Bruna Marina Portela

Memória tecida com agulha e linha: trabalhos manuais femininos na Coleção Nina Sargaço

Rosana Gomes do Santos Rocha

Moda e Cultura Popular: uma investigação no acervo do Museu de Folclore Edison Carneiro

Lígia Maria Silva Macêdo e Adriana Russi Tavares de Mello

 

PÔSTER DIGITAL

A iconografia na arquitetura mortuária do Cemitério Santa Izabel em Belém (PA)

Melissa Walesk de Oliveira Dias Souza e Flávia Olegário Palácios

COMUNICAÇÃO ORAL

A coleção musealizada do “Museu Espaço dos Anjos” (Leopoldina, Minas Gerais)

Leonardo Gonçalves Ferreira e Letícia Julião

A escrita do passado nos museus históricos Abílio Barreto e da cidade Governador Valadares (MG)

Lucinei Pereira da Silva

A Reinvindicação do Social:  a Museologia através da Acessibilidade

Laís Santos Lima e Carlos Etchevarne

Arqui-texturas antipatriarcais da cidade: patrimônio em prospecção na Recife do século XXI

Francisco Sá Barreto dos Santos

As parteiras tradicionais como patrimônio imaterial do Brasil: argumento patrimonial, museus e salvaguarda

Hugo Menezes Neto e Elaine Müller 

Democratização da Cultura e Democracia Cultural: rotas para um horizonte utópico

Mariana Upegui Rigoli e Julia Nolasco Leitão de Moraes

Entre “bárbaros” e “civilizados”: um debate sobre transgressões e obediências no museu

Samia Jraige

Memorial da Cidade de Gravatá: lugar de memória e representatividade social

Débora Eduarda Silva Moura e Maria das Graças de Souza Teixeira

Museu Histórico Nacional: história, trabalho e objetos museais

Kelly Amaral de Freitas

O desenvolvimento de políticas culturais a partir do Museu Nacional do Kiribati

Marcelo Lages Murta

Poéticas Fílmicas dos Museus: uma aproximação interativa com a cidade na contemporaneidade

Talita Corrêa Vieira Silva e Eduardo Rocha

Redução de danos e a Museologia do cuidado

Ellen Nicolau

Traduzindo uma epistemologia da Educação Museal: revolta e resistência

Thiago Consiglio

Tudo que é sólido se desmancha no ar: museus e desenvolvimentismo desde a Mesa de Santiago

Luciana Christina Cruz e Souza

Uma política de ações educativas: ferramenta de poder em ascensão nos museus

Jackelyne Corrêa Veneza e Fausto dos Santos Amaral Filho

 

PÔSTER DIGITAL

Destruição do Monumento ao Trabalhador de Goiânia: Dias de Luta dias de“Derrota”

João Gonçalves de Araújo Neto

Exporvisões: Miradas afetivas sobre museus, patrimônios e afins

Alice Toledo de Mello, Sofia Carneiro Lima e Gabriela Dias de Lima

Levantamento dos museus com Plano Museológico em Minas Gerais

Daniele Matos da Silva e Gilson Antônio Nunes



COMUNICAÇÃO ORAL

A Decolonização no Discurso do Museu dos Trópicos de Amsterdam

Luiz Nilton Corrêa e Andréa Reis da Silveira

Análise curatorial da exposição temporária “Presença negra em Bogotá: 1940-1960”

Thanity Silva de Andrade e Joseania Miranda Freitas

Análise curatorial da presença de mulheres negras na exposição de longa duração do MABE 

Silvia Raquel de Souza Pantoja e Joseania Miranda Freitas

Construção e desconstrução do imaginário nordestino em distintos cenários museológicos

Mariana Jucá Rodrigues de Brito, Danúbia Ferreira Silva e Débora Eduarda Silva Moura

Curadoria no Museu da História e da Cultura Afro-brasileira: negociação e discurso na arte

Phelipe Rezende Cruz Firmino

“Entidades”: o espelho que reflete e faz refletir a urgência da vida

Gabriela Schneider 

Expografia da ausência - uma análise da Galeria do Parthenon no Museu da Acrópole

Kimberly Terrany Alves Pires

Questionamentos Decoloniais: Maurício de Nassau em foco na exposição "Shifting Image"

Maria Luisa Moita Marcondes da Silva e Adel Igor Pausini

Rede Constelar Ancestral: processos cocriativos de produção cultural, éticos e decoloniais

Pierre de Aguiar Azevedo e Timei Assurini

 

PÔSTER DIGITAL

Arte Urbana e Artivismo: as percepções sociais sobre o pixo das ruas até os murais do festival CURA

Juliana C. Ferreira Candido

“Brasil: Vermelho como Brasa”, questionando a brasilidade e disputando imaginários

Arthur Bonfim Carmo e Julia Ferreira da Silva

Estruturação de metodologias de processos curatoriais participativos MAFRO/UFBA 2011-2018

José Ivonildo Araújo Terceiro, Filipe Guimarães de Souza Sena e Kananda Gomes de Jesus

COMUNICAÇÃO ORAL

A escrita da história através da coleção do Museu Armido Lauffer em Três Coroas/RS

Sandra Cristina Donner

A presença de autores brasileiros nas revistas ISS do ICOFOM durante a década de 1980

Alisson André Jesus de Almeida

Cadernos de registros no Museu do Colégio Mauá: um estudo de biografia do objeto

Angelita da Rosa e Zita Rosane Possamai

“Eu não coleciono borboletas”: Pio Buck (1883-1972) e o Museu Anchieta de Ciências Naturais

Luísa Menezes da Silveira

História e memória dos museus goianos: notas de uma pesquisa em andamento

Rildo Bento de Souza

Liana Ocampo e sua contribuição para o campo museal brasileiro

Patricia Gabriela Machado Barbosa

MARGS extramuros e seus agentes mediadores: uma experiência da Museologia regional na década de 1970

Siele Cristine Barbosa

Musealidade da fotografia na Coleção Original Fábio Prado, do Museu da Cidade de São Paulo

Renata Tsuchiya

Museu Joaquim Nabuco: uma experiência social (1974 - 1985)

Marília Bivar Leobaldo de Moraes e Henrique de Vasconcelos Cruz

Narrativas expográficas na construção das histórias e memórias da saúde no Rio Grande do Sul

Éverton Reis Quevedo

O Departamento de Geologia de Paleontologia do Museu Nacional e seu acervo 1842-1892

Anna Claudia Amaral Juliace e Camila Silveira da Silva

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli - MARGS: a tessitura de uma pesquisa

Adriana Aparecida Ganzer e Zita Rosane Possamai

Os agentes e propostas de criação do Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa

Ana Letícia de Alencastro Vignol e Ana Celina Figueira da Silva

Parque Histórico Carambeí: delineamentos da tipologia de Museu de História Viva no Brasil

Nicholas Braz Aguirre

Projeto decorativo do Museu Paulista e Grandes Vultos, de Afonso Taunay: análise comparativa

Tatiana Vasconcelos dos Santos

Quando um museu inaugura a cidade: notas sobre a imaginação museal de Juscelino Kubitschek

Clovis Carvalho Britto 

“Siga o Barroso”: visitas ao Museu Histórico Nacional entre memória e ficções

Carina Martins Costa

Um Professor no Museu: práticas educativas no Museu Julio de Castilhos (1939-1950)

Iandora de Melo Quadrado e Ana Carolina Gelmini de Faria

Uma coleção de quadros parietais no Museu Anchieta de Ciências Naturais (Porto Alegre, RS)

Alana Cioato

“Vaso Marajoara”: aspectos do acervo do Museu Nacional expostos em revistas (1937 - 1945)

Siele Cristine Barbosa

 

PÔSTER DIGITAL

A História para crianças nos materiais pedagógicos do Museu Imperial

Victor Hugo Duarte Martins e Beatriz Nantes Costa

A participação dos profissionais de museus no Congresso Nacional do Folclore (déc. 1950)

Diogo Santos Gomes

Afetividades Sonoras: garimpando vestígios da história do ensino de Museologia na UFRGS

Klara Maciel Albarenque 

Análise das representações e manutenção dos estereótipos nos materiais pedagógicos museais

Michelle Nieva Cruz Alata, Joyce de Souza Rodrigues da Silva e Maria Clara Mendonça dos Santos Ferreira

Christina Balbão: uma profissional do campo dos museus

Daphne Victoria Telles Guterres da Silva

Dante de Laytano: contornos de um intelectual no Museu Julio de Castilhos

Clara Bastos Targa

Glossário de termos das “Novas Museologias” da segunda metade do século XX - etapa Brasil

Amanda Fátima Almeida Paulo da Silva e Vladimir Sibylla Pires

Observatório Museologia/UFRGS: trajetórias e memórias

Rafaela Marques Mineiro

Sujeito oculto na Museologia brasileira: o legado de Júlio Abe Wakahara

Lucas Inocencio Almeida e Haroldo José Kinder

COMUNICAÇÃO ORAL

A lembrança à revelia do esquecimento: o carnaval do Afro-Sul/Ọdọmọde em Porto Alegre/RS

Natália Souza Silva e Giane Vargas 

A tradição do batuque de Porto Alegre como patrimônio cultural negro

Leo Francisco Siqueira de Moraes

Bens culturais afro-brasileiros e os embates para seus reconhecimentos enquanto patrimônios

José Ivonildo Araújo Terceiro e Maria das Graças de Souza Teixeira

Clubes Sociais Negros de Santa Catarina: educação, memória e patrimonialização

Eráclito Pereira

Educação museal e educação escolar: diálogos para uma sociedade antirracista

Valdemar de Assis Lima e Elison Antonio Paim

Grupo Palmares em Porto Alegre na década de 1970: o papel de mulheres negras ativistas

Elenir G. Marques

Insulas Periféricas em Diadema: o Hip Hop como Patrimônio

Alex Silva Nogueira e Adel Igor Pausini

Mestre Griô Paraquedas e a Emergência da Valorização do Patrimônio Vivo

Sérgio Luiz Valentim Junior 

Museu do Percurso do Negro  como Equidades  ao  ensino   Porto Alegre/RS

Elza Vieira da Rosa 

O Clube Gaúcho de Caxias do Sul/RS e a ausência negra nos Museus

Fabiana Ferreira Santos e Giane Vargas 

Por um Museu da Presença Negra em Caxias do Sul-RS: Um ensaio propositivo

Ernani Viana da Silva Neto

Práticas de Museologia Social no Terreiro Matamba Tombenci Neto em Ilhéus - BA

Anarleide Cruz Menezes

Processos de Patrimonialização e o Racismo na Salvaguarda de Acervos Religiosos

Rebeca Santos de Andrade

Quando o pai de Macunaíma pariu o patrimônio cultural brasileiro, os parteiros eram brancos

Itamar Ferretto Comarú

Quem é essa negra aí? Marcas da racialidade nas representações negras em acervos de museu

Claudia Regina Alexandre

Reflexos da Política Nacional de Museus no Museu Histórico de Itajaí

Marco Antonio Figueiredo Ballester Júnior e Márcia Regina Bertotto

 

PÔSTER DIGITAL

Exú Museália - a performance da memória dos Exús nos terreiros de Umbanda

Vitú de Souza

Mulheres Lembradas por Salvador: Narrativas em monumentos

Inah Irenam Oliveira da Silva, Anthea Regina da Silva Xavier e Andressa Lima Batista

Musealização de território como forma de preservação: o Museu de Território dos Aflitos

Lucas Inocencio Almeida e Elizete Cristina da Silva Alves

Patrimônio das palavras: arte literária de mulheres negras na teoria e prática museológica

Luzia Gomes Ferreira e Jomara Ferreira Chaves Santos

Pluralismo jurídico e decolonialidade: museus e memória dos Movimentos Negros Gaúchos

Ana Luisa Neukirchen Mesquita e Renata Ovenhausen Albernaz

Territórios Negros em Mapa: inventário dos Pontos Negros da Memória de Jaguarão/RS 

Pamela Cristina de Oliveira Santana Pinto, Ariane de Sá de Andrade Cruz e Giane Vargas Escobar



COMUNICAÇÃO ORAL

A Memorialização dos mortos pela covid-19 

Mariana Brauner Lobato e Maria Leticia Mazzucchi Ferreira

Dopinho: lutas e percalços para sua patrimonialização e musealização 

Jacqueline Custódio

Ensino da Shoá a crianças e adolescentes no museu: os casos de Washington e São Paulo

Juliana Carvalho Eliezer

Homogeneização e silenciamento das memórias coletivas na construção dos lugares de memória: o caso do subdistrito de Bento Rodrigues

Maraysa de Fátima Costa de Oliveira e Priscilla Arigoni Coelho

Musealização dos Direitos Humanos na América Latina: reflexões entorno da expografia do sofrimento humano para promoção dos direitos humanos 

Carolina Gomes Nogueira

O Memorial das Ligas e Lutas Camponesas e os Espaços de uma Educação Museal Emancipadora

Weverton Elias Santos Rodrigues, Cosmo Galdino dos Santos e Sandra Valéria Felix de Santana

O Projeto de Musealização do Antigo DOPS/MG: potencialidades e desafios

Pauline Louise Araújo Silva e Letícia Julião

Um museu virtual para as memórias do (In)possível: trauma, resistência e intervenção

Priscila Chagas Oliveira, Maíra Brum Rieck e Daniele Borges Bezerra

Uma mirada sobre o bem comum no Museo Internacional para la Democracia

Giovane Rodrigues Jardim

 

 

PÔSTER DIGITAL

Ação Iconha: Relatos sobre desastre com acervo do Espaço Cultural Zoé Rodrigues Misságia

Aline Cristina Gomes Ramos e Júlia Ramos Brito

 

Agradecemos o engajamento! Nos encontramos em breve!

Comissão Organizadora do 5º SEBRAMUS

CRONOGRAMA

  • 9 de maio de 2022

    Divulgação para proposições de Grupo de Trabalho.

  • 8 de junho de 2022

    Data limite para envio de ficha de submissão de proposta de Grupos de Trabalho por membros da Rede de Docentes e Cientistas do Campo da Museologia.

  • 8 de julho de 2022

    Divulgação dos Grupos de Trabalho aprovados pelo Comitê Científico e início das inscrições de propostas de comunicações e pôsteres.

  • 22 de agosto de 2022

    Data limite para envio das propostas de comunicação e pôsteres, em forma de resumo expandido - entre 1.800 (mil e oitocentos) e 2.500 (dois mil e quinhentos) caracteres com espaços, por meio da ficha de submissão.

CERTIFICADOS

É possível emitir seu certificado acessando o Portal de Extensão da UFRGS 

  • 5 de setembro de 2022

    Data limite para envio, pelos coordenadores dos Grupos de Trabalho, dos títulos das comunicações que comporão sua sessão e sua organização em mesas, bem como a relação dos pôsteres referentes ao seu grupo de trabalho.

  • 16 de setembro de 2022

    Divulgação das comunicações e pôsteres selecionados pelos coordenadores dos Grupos Temáticos, por meio de carta de aceite expedida pela organização do evento, enviada através de correio eletrônico aos propositores.

  • 7 e 9 de dezembro de 2022

    EVENTO - 5º Seminário Brasileiro de Museologia.

  • 31 de março de 2023

    Entrega do trabalho completo em versão final para publicação, segundo as normas descritas no site.

INSCRIÇÕES

PRAZO LIMITE PARA INSCRIÇÕES: 25/11

MODALIDADES DE INSCRIÇÃO:

  • Docentes, profissionais da área e pesquisadores – R$ 180,00;
  • Estudantes de pós-graduação (mestrandos e doutorandos) – R$ 100,00
  • Graduados – R$ 50,00
  • Estudante de graduação – R$ 25,00
  • Ouvinte – R$ 15,00

As inscrições, bem como a geração do boleto de pagamento deve ser realizado através do Portal FAURGS.

Em anexo divulgamos o Manual com as instruções para realizar sua inscrição.

A tesouraria do evento está à disposição para dúvidas e esclarecimentos através do e-mail – 5sebramustesouraria@gmail.com

LANÇAMENTO DE LIVROS + sessão de autógrafos

No dia 07/12 das 13h às 14h faremos o lançamento das seguintes publicações:

  • “Estilhaços da memória: o Nordeste e a reescrita das práticas museais no Brasil” (2020) – Clovis Carvalho Britto; Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha; Suely Moraes Cerávolo
  • “O Trágico nos Museus: perspectivas sobre colecionismo, memória e morte” (2022) – Clovis Carvalho Britto; Marijara Souza Queiroz
  • “HABEMUS MUQUIFU” (2019) – Mauro Luiz da Silva
  • “IGREJA DAS SANTAS PRETAS” (2022) – Mauro Luiz da Silva
  • “Museologia LGBT: Cartografias das Memórias LGBTQI+ em acervos, arquivos, patrimônios, monumentos e museus transgressores” (2020) – Tony Willian Boita
  • “Museu do Homem do Nordeste em 40 objetos” (2021) – Marília Bivar Leobaldo de Moraes; Henrique de Vasconcelos Cruz.
  • “Mediações Científicas Potenciais Museus e Coleções da Universidade Federal da Bahia / Brasil e da Université de Toulouse III / Paul Sabatier / France” (2022) – Sidélia Teixeira; Patrick Frayasse; Nathalie Sejalon-Delmas
  • “Cidade, História & Educação” (2021) – Zita Possamai (org.)

As obras estarão disponíveis para aquisição durante o lançamento e ao longo do evento.

CHAMADO DE DIVULGAÇÃO

O 5º Sebramus abre chamado às empresas que prestam serviços na área de Museologia, devidamente registradas em seu respectivo COREM e com a anuidade em dia, a divulgar seu trabalho. A infraestrutura destinada a cada empresa compreenderá uma mesa com cadeira, para colocação de materiais que julgarem pertinentes, localizadas no hall do evento. A inscrição é até o dia 28 de novembro de 2022. Solicitamos que os interessados sinalizem o interesse pelo email 5sebramus@gmail.com, informando o nome da empresa, COREM vinculado, responsáveis pela apresentação da empresa nos dias do evento e seus respectivos contatos (telefone e e-mail).


Atenciosamente,
Comissão Organizadora.

SOBRE PORTO ALEGRE

      Seja muito bem-vinde à Porto Alegre!

      Com muita alegria, queremos te ajudar a descobrir a cidade. Vamos lá? 

      Em 2022, a cidade comemora 250 anos. 

      Porém, os vestígios arqueológicos coletados no Sul da cidade indicam datas mais remotas para a presença humana.  Os povos guarani aqui estavam, muito antes de chegar o sesmeiro português Gerônimo de Ornellas ou os casais açorianos impedidos de rumar para as missões, porque lá ocorria, justamente, uma guerra guaranítica contra as metrópoles ibéricas. Pois é, como sabem, a capital está situada num Sul brasileiro tardiamente ocupado e que viveu a efervescência e a violência de uma tríplice fronteira: indígena, portuguesa e espanhola. 

      Hoje, somos felizardos de estarmos ao ladinho da Argentina e do Uruguay, embora prossigamos tratando mal nossos indígenas, muitos refugiados de suas terras colonizadas para uso agrícola. Contudo, mesmo afastados para as matas metropolitanas em séculos mais recentes, aqui estão, há pelo menos dois mil anos. Para eles, hoje, a urbe é lugar de passagem, onde buscam os meios para sobrevivência, através de coletas ou da venda de seu saber-fazer. 

      Contudo, mais recentemente, retomaram suas terras no Morro do Osso ou em Belém Novo, ao mesmo tempo em que as marcas do artista Xadalu, nos muros, nas placas e nas paredes dos edifícios, certificam que aqui é terra indígena. Além disso, mulheres, homens e crianças, principalmente kaingang e guarani, vindos de diversas regiões do Rio Grande do Sul e até mesmo de outros estados do Brasil fazem de Porto Alegre seu lar temporário, enquanto realizam sua formação na universidade pública. Desejam eles os saberes não indígenas porque precisam dominar as armas dos poderosos para defender seus direitos à terra, à diferença e à cidadania. 

      Hoje, circulam nas ruas, na universidade, nas praças de comércio e ensinam modos de resistir à exclusão e à invisibilidade imposta pela vida urbana. Você pode conhecer alguns deles, no Centro Histórico ou no Brique da Redenção, onde comercializam seu artesanato. Você sabe porque as cestas guarani tem esse formato? Ou qual o significado de cada bicho esculpido em madeira? Hmm terá que descobrir… 

      A estas alturas, tu já chegaste no Centro Histórico, onde poderá perceber a configuração espacial em península de Porto Alegre. Ali, caminhar a pé e se perder é a melhor dica. Perceba a divisão entre a alta e a baixa cidade, característica das ocupações lusas. 

      Na parte alta, de melhor defesa, fica a Praça da Matriz com as edificações dos poderes constituídos: Palácio Piratini, Assembleia Legislativa, Catedral Metropolitana. Mas ainda podes visitar ali o Theatro São Pedro, o Museu Júlio de Castilhos, o mais antigo museu do Estado, a Pinacoteca Ruben Berta, o Viaduto da Borges de Medeiros e a vista modernista de lá. Essa larga avenida e seu viaduto foi fruto de um tempo em que os porto-alegrenses metidos à besta, queriam imitar Paris. Suplantou o Beco do Poço e expulsou os pobres e pretos que ali moravam. Ah, colonialidade do ser!

      Na parte baixa, fica o longo porto à beira das águas do Guaíba. Aprecie o Pórtico principal envidraçado da Avenida Sepúlveda, na Praça da Alfândega e aproveite para uma visita aos vários museus que ali estão: Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa, Memorial do Rio Grande do Sul, Museu Antropológico, Farol Santander (aquele que censurou a exposição Queer Museum. Pronto, falei!). 

Lago Guaíba (Fotografia por Jossiano Leal)
Catedral Metropolitana (Fotografia por Jossiano Leal)

      Da Praça da Alfândega, siga à esquerda e chegue na antiga Praça do Paraíso, onde está o Paço Municipal, futuro Museu de Arte de Porto Alegre, onde poderás visitar a Pinacoteca Aldo Locatelli. Podes ir tomar um chopinho no Chalé da Praça XV, uma das primeiras edificações com vidro da cidade. De lá, aprecie a fachada do Mercado Público, um dos nossos monumentos mais democráticos, apropriado por toda a população porto-alegrense e da área metropolitana. Siga a percorrer os quadrantes do Mercado, sinta os cheiros, contemple as cores e as formas, escute os burburinhos dos mercaderos e passantes. Podes aqui almoçar, num dos mais tradicionais restaurantes, o Gambrinus (o bacalhau é estupendo!), tomar um sorvete na Banca 40 (a bomba é deliciosa!) e levar de recordação uma cuia ou uma garrafa de pinga. 

      Mas não deixe de parar no centro do Mercado, onde está a simbologia do Bará, um dos marcos do Museu de Percurso do Negro de Porto Alegre. Segundo as memórias de afrodescendentes, no centro da edificação, quando de sua construção pelos escravizados fora assentado um ocutá que simboliza o Bará, um dos orixás do panteon das religiões de matriz africana (batuque, umbanda e quimbanda, aqui no Sul).  A marca do Bará no ponto central dos quadrantes torna indelével a presença da ancestralidade afrodescendente na cidade e legitima uma prática que, por décadas, foi alvo da truculência e das apreensões da polícia, expressão do racismo estrutural da sociedade brasileira. O Mercado, por esse e outros motivos, é considerado um espaço sagrado e de resistência para os religiosos e militantes pretos. 

Mercado Público (Fotografia por Ricardo André Frantz)

      Cansade? Ainda não acabou, não? 

      No Largo Glênio Peres, no muro do Chalé, aprecie mais um marco do Museu de Percurso do Negro. Suba a Borges e chegue à Esquina Democrática, marco político do movimento Diretas Já!, de 1984. Hoje, o Sr. Prefeito não quer que usemos aquele espaço para mobilizações sociais e políticas, por isso, abriu a esquina para passagem dos carros. Autoritário! Nesses tempos sombrios, quem diria que Porto Alegre foi berço do Orçamento Participativo, experiência de gestão democrática imitada até por Paris(!), e do Fórum social Mundial, reunião internacional de pessoas que almejam um outro mundo possível.

      Percorra a Rua da Praia em direção à orla. Pare nos demais marcos do Museu de Percurso do Negro (marca Africana na Praça da Alfândega e Tambor, na Praça Brigadeiro Sampaio) e na Igreja das Dores, um dos raros remanescentes da arquitetura do século XVIII, patrimônio nacional. 

      Finalmente, vá assistir nosso lindo pôr do sol, que dizem os gaúchos ser o mais lindo do mundo. Exagerados! 

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Pôr do sol em Porto Alegre (Fotografia por Vanessa Aquino)
Fundação Iberê Camargo (Fotografia por Grazielle Bruscato)

      Ao cair do astro rei, se quiseres, podes continuar o Happy Hour no Cais Embarcadero, exemplo de projeto privatizante e elitista para o Cais do Porto, em detrimento de uma proposta cultural e democrática onde todas as pessoas teriam acesso à orla e aos armazéns do cais. Pois é, o cais, assim como toda a cidade, é um lugar de disputas. 

      Se tiveres fôlego, podes visitar, ainda, a Fundação Iberê Camargo e rumar aos bairros praieiros do Sul da cidade. Vale a pena ir de carro!

      Gostou? Vais voltar para o hotel? Tomar um banho e, depois, sair para jantar? Ou capotar de vez?

      Se fores sair à noite, escolha as diversas opções nos bairros Cidade Baixa (boêmia, alternativa), Bom Fim (cult) ou Moinhos de Vento (gourmet).

      Aproveite Porto Alegre e venha nos contar sobre suas descobertas pela cidade!

ORGANIZAÇÃO

Coordenação Geral

Profa. Dra. Vanessa Barrozo Teixeira Aquino  – UFRGS

Profa. Dra. Márcia Regina Bertotto – UFRGS

Comissão Organizadora

Profa. Dra. Ana Carolina Gelmini de Faria – UFRGS

Profa. Dra. Ana Celina Figueira da Silva – UFRGS 

Profa. Dra. Andréa Reis da Silveira – UNIASSELVI

Ma. Claudia Porcellis Aristimunha – Museu da UFRGS

Ma. Daniela Amaral – Representante dos pesquisadores/profissionais de museus

Prof. Dr. Daniel Viana de Souza – UFPel

Prof. Dr. Diego Ribeiro – UFPel

Ma. Eliane Muratore – Museu da UFRGS

Me. Elias Machado – UFRGS

Prof. Me. Eráclito Pereira – UFRGS

Profa. Dra. Fernanda Albuquerque – UFRGS

Profa. Dra. Fernanda Rechenberg – UFRGS

Profa. Dra. Jeniffer Cuty – UFRGS 

Profa. Dra. Karine Lima – UNESPAR

Ma. Lívia Biasotto- Museu da UFRGS

Profa. Ma. Marlise Giovanaz – UFRGS

Profa. Dra. Renata Padilha – UFSC

Esp. Simone Borsatto – Museu da UFRGS

Profa. Dra. Thainá Castro – UFSC

Profa. Dra. Zita Rosane Possamai – UFRGS

Comissão Científica 

Dra. Andréa Reis da Silveira – UNIASSELVI 

Dra. Anna Paula Silva – UFBA 

Dra. Cristina Bruno – USP

Dr. Daniel Viana de Souza – UFPel

Dr. Diego Lemos Ribeiro – UFPel

Dra. Emanuela Ribeiro – UFPE

Me. Eráclito Pereira – UFRGS

Dra. Giane Vargas – UNIPAMPA

Dr. Ivan Coelho de Sá – UNIRIO

Dr. Jean Baptista – UFG 

Dr. Jezulino Braga – UFMG

Dra. Julia Moraes – UNIRIO

Dra. Karine Lima da Costa – UNESPAR 

Dra. Marília Cury – USP

Dra. Monique Magaldi – UNIRIO

Dra. Priscilla Arigoni – UFOP

Dra. Rosângela Britto – UFPA

Dra. Thainá Castro – UFSC

Me. Tony Boita – IBRAM

Dra. Zita Possamai – UFRGS

Bolsista PROREXT: Lizandra Caon – Museologia/UFRGS 

Criação do site: Juliana Costa – Publicidade e Propaganda/UFRGS

Criação da Identidade Visual: Sofia Martinez – Design de Produto/UFRGS e Ana Porazzi – Design Visual/UFRGS – Museu da UFRGS

REALIZAÇÃO

APOIO

CONTATO