Monografia defendida em 2018 pela discente Kimberly Terrany Alves Pires sob orientação da professora do curso de Museologia, Ana Carolina Gelmini de Faria. Compuseram a banca avaliadora as professoras Marlise Maria Giovanaz e Karine Lima da Costa. O ano de ingresso no curso foi 2014 e o de conclusão 2018. Realizou estágio curricular obrigatório no Museu Joaquim Francisco do Livramento, pertencente ao Centro Histórico-Cultural Santa Casa, e estágio não obrigatório na mesma instituição. Foi bolsista de iniciação científica em Gerenciamento de Riscos em Coleções (2015). Atuou no projeto de extensão no Laboratório de Criação Museográfica (2016). Foi curadora da exposição curricular Nós Podemos: a mulher da submissão à subversão (2017). Possui registro profissional junto ao Conselho Regional de Museologia da 3ª Região sob o número 0221-I. No ano de 2018 prestou concurso para seleção de professor substituto do curso de Bacharelado em Museologia, com ingresso em março de 2018 no Departamento de Ciências da Informação. Mestra em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2021). Em 2022 foi professora substituta do Curso de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina. Doutoranda pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina (2022-atual). É sócia-proprietária da empresa Pantheon Patrimônio e Cultura.
Como referenciar: PIRES, Kimberly Terrany Alves. A defesa de uma presença: a disputa pela repatriação dos Mármores do Parthenon. 2018, 86f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Museologia) - Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil, 2018. [negrito ou itálico no título]