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Relato de uma paraninfa
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Documento
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MSL6-1-16 Memórias da Museologia "MSL6-1-16 Memórias da Museologia".
Metadados
Miniatura
Título
Relato de uma paraninfa
Número de registro
MSL6.1.16
Classificação
Não se aplica
Tags
Subcoleções
Outros números
02:55 Tempo de duração
Data
1/4/2021
Dimensões
21,4 MB
Material/Técnica
Produtor/Autor
Procedência
Porto Alegre, RS, Brasil
Descrição Física do objeto (Descrição Intrínseca)
Transcrição do áudio:
Olá! Eu sou a professora Jeniffer Cuty, do curso de Museologia. Eu ingressei em 2009. Foi o primeiro concurso que ocorreu. E são muitas conquistas né, são muitos aprendizados no curso, muitos relatos de alegria, sobretudo pensando nas conquistas dos estudantes. Há estudantes bem colocados, estudantes atuando como diretores de museus, como consultores nas suas empresas. Mas eu destaco do ponto de vista profissional um reconhecimento que eu tive bem no final de 2013, quando um grupo ingressou na disciplina que ocorria as sextas-feiras à noite, passou a ocorrer, originalmente não era [às sextas]... era às terças-feiras, a disciplina Preservação de Documentos, oferecida para toda FABICO, e essas pessoas ingressaram na sala com aquela festa toda decorrente do convite para ser paraninfa. Eu não tinha a menor expectativa de ser paraninfa. Ah, sobretudo naquele momento e fui paraninfa no início de 2014 dessa turma, foi a maior turma de formando em palcos da Museologia, e formandos da Arquivologia, que eram alunos dessas turmas e formandos de Biblioteconomia. Fiquei muito feliz, tenho fotos dos professores homenageados, alguns professores mais experientes nesse exercício. Eu destaco também que eu acabei escrevendo um conto. Eu tenho o hábito de escrever, há mais de vinte anos eu escrevo (pelo menos para mim [risos]). E eu escrevi um trecho do conto que eu queria destacar nessa fala, nesse relato, em que eu digo o seguinte: eu construo nesse conto uma personagem que passa por dificuldades. Que ela não estava preparada por ingenuidade, por imaginar que nunca passaria por exclusão, por humilhação, por assédio. E em um determinado momento ela coloca o seguinte, ela diz: - Feliz de quem não tem certeza de quem não ousa julgar, pois o julgamento do outro é sempre um autojulgamento de nossas características mais obscuras, daquilo de que não nos honramos em admitir que temos na nossa essência. A incerteza é o traço mais forte do humano, é aquilo que nos revela disposto a generosidade e a disciplina. Se admitimos que precisamos de disciplina, de rigor para trabalhar, e também de generosidade, doação para socializar, colocando-nos como seres nesse entremeio. Então a gente vive no entremeio de ter sido Paraninfa de três cursos em um palco cheio, foi o momento de maior reconhecimento da minha carreira. Obrigado e um abraço, sucesso no projeto!
Comentários/Dados Históricos (Descrição Extrínseca)
Relato da professora Jeniffer Alves Cuty sobre sua alegria de ter sido paraninfa dos três cursos do Departamento de Ciências da Informação, cursos de Museologia, Arquivologia e Biblioteconomia, no segundo semestre de 2013 (cerimônia em 2014).
Estado de conservação
Ótimo
Condições de reprodução
Autorizado desde que citada a fonte e autoria.
Observações adicionais
Como referenciar: CUTY, Jeniffer Alves. Relato de uma paraninfa. [S.l.]: Programa de Extensão Museologia na UFRGS: trajetórias e memórias, 2021. 1 arquivo digital/WAV (2:55 min). [negrito ou itálico no título da memória].

